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Mundial 2010 - Grupo B: Coreia do Sul, uma cliente habitual

Publicada por Pedro Silva quinta-feira, 10 de junho de 2010

Pela sétima vez consecutiva num Mundial (num total de oito participações, a primeira em 1954), é a Selecção asiática com mais participações em fases finais, mas não tiveram, contudo, um apuramento fácil.

Com actuações apagadas na terceira fase, valeu-lhes os empates sem golos frente à congénere Coreia do Norte e consequente liderança do grupo. Na etapa final a Selecção Sul-coreana recuperou, ao vencer os Emirados Árabes e a Arábia Saudita, antes do empate a um golo com o Irão.

Apesar dos muitos quilómetros que separam a Coreia do Sul de Portugal, esta Selecção deixou a sua marca na história do Futebol Português, no ano de 2002, precisamente quando, conjuntamente com o Japão, organizaram o Mundial. Tudo parecia fácil para a equipa das Quinas brilhar: no Grupo D, Portugal tinha que passar Estados Unidos, Coreia do Sul e Polónia, adversários teoricamente mais fracos. A história foi outra. Depois de perder o primeiro jogo para os Americanos e vencer a Polónia, Portugal tinha que vencer a formação Coreana.

Valeu-lhes o talentoso jogador do Manchester Unites, Park Ji-Sung, que com apenas um golo, enviou a Selecção Nacional para casa mais cedo. Foi o inicio de uma grande caminhada para a Coreia do Sul, que chegou às Meias-finais, só batida pela Alemanha.

E é precisamente este jogador que faz a diferença nesta formação. Após desempenhar um papel fundamental nas duas últimas participações da Coreia do Sul no Mundial, Park Ji-Sung assumiu a braçadeira de Capitão.

O versátil médio do Manchester United continua a ser um indispensável guerreiro taeguk (como são conhecidos os Sul-coreanos), com a sua habilidade para criar espaços para os seus companheiros. A sua frieza e a objectividade do atacante fazem dele a solução para os problemas na frente.

A chegada do técnico Huh Jung-Moo, em Dezembro de 2007, colocou um fim à era holandesa na Coreia, que se caracterizou pelos trabalhos de Guus Hiddink e Dick Advocaat. Com alguma oposição pelo meio, Moo calou a critica, ao qualificar o país para a África do Sul, quando ainda faltavam dois jogos para o final.

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