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Mundial 2010 - Balanço do dia

Publicada por Tiago Ferreira terça-feira, 29 de junho de 2010 0 golos

E ao décimo nono dia do Mundial acaba o sonho nacional.

Nuestros hermanos não tiveram em conta a proximidade e o grau de parentesco e mandaram-nos de volta ao nosso cantinho à beira mar plantado com um golo do endiabrado David Villa. E assim terminou o sonho, que na minha opinião, muito contribuiu o prof. Carlos Queiroz que se mostra cada vez mais incapaz de desempenhar o papel de treinador principal duma grande equipa. E hoje errou a todos os níveis, começando no onze inicial, passando pelo esquema e acabando nas substituições.

Na retina fica Eduardo, que foi sensacional, Fábio Coentrão, aquele que um dia chegou a jogar a extremo, e a dupla de centrais implacável. Queiroz e Ronaldo são sem dúvida as desilusões desta fase final. No meio disto tudo há ainda os injustiçados Ricardo Costa e Danny. O defesa foi criticado pelo seu desempenho a lateral direito, e não foi claramente brilhante, mas por vezes as pessoas esquecem-se que ele é central e o facto de alinhar do lado direito da defesa não é por opção própria, mas sim opção do seleccionador. Já Danny parecia não saber bem a função a desempenhar, daí não obter grande rendimento. Eu já vi este jogador alinhar no Zenit (custou ao clube 30M) e estava numa forma formidável, e não é por acaso que tem Sir Alex Fergunson em "cima" de si.

A Espanha foi sempre superior e parte para os quartos-de-final como claro favorito, frente a um Paraguai que parece não ter argumentos para fazer frente à "la furia española". Quem tem David Villa nesta forma arrisca-se a ser um forte candidato ao título.

Antes, as 15h defrontaram-se Paraguai e Japão. Um jogo sem sal que teve de ir a penaltis e aí os paraguaios levaram a melhor. É a primeira vez que estão nesta fase da prova, mas pensa-se que não deverão avançar muito mais, uma vez que terão pela frente a campeã europeia, que parece ter voltado a praticar o bom futebol que lhe valeu o título no velho continente.


O jogo não prometia muito, mas acabou por nos dar ainda menos que aquilo que estávamos à espera.

A primeira parte foi fraca, houve um estudo mútuo e pouco risco. O Paraguai controlou os acontecimentos, no entanto quem criou mais perigo foram os nipónicos. Tirando dois ou três lances, a partida foi morna e com ritmo baixo, com os nipónicos a defender e a jogar no erro do adversário e os sul-americanos a trocarem mais a bola no meio campo ofensivo.

Na segunda parte nada de novo. Nenhuma das duas equipas arriscava ou criava perigo, dificilmente chegava à área contrária e toda a discussão decorria a meio-campo. E lá se arrastou o jogo para o prolongamento.

No prolongamento o Paraguai estava mais fresco e esteve melhor, mas não foi capaz de se desenvencilhar do empate.

No desempate por grandes penalidades a sorte acabou por sorrir aos paraguaios que ganharam por 5-3, com o golo decisivo a ser apontado por Cardozo, ele que havia entrado no início do prolongamento.

O Paraguai está pela primeira vez nos quartos-de-final e defrontará o vencedor do duelo ibérico.

Paraguai e Japão defrontam-se este início de tarde (15h), no Loftus Versfeld Stadium, em Tshwane/Pretoria, jogo entre duas equipas que deixaram uma boa imagem na fase de grupos e poderão assim proporcionar um bom espectáculo.

Comecemos pelo Paraguai, que fez uma boa fase de grupos, confirmando assim as boas indicações deixadas na fase de qualificação para este Mundial. Os paraguaios começaram esta caminhada na África do Sul, com um empate a uma bola diante da decepcionante Itália, seguiu-se depois uma vitória tranquila diante da Eslováquia (2-0), e por último um empate a zero frente à Nova Zelândia, selecção muito defensiva e que terminou a prova com três empates. Os 5 pontos conquistados por esta selecção do Paraguai, permitiram-lhes então garantir o primeiro lugar do grupo F, com mais um ponto que a Eslováquia.

Como já aqui referi por diversas vezes, esta selecção paraguaia é para mim uma das melhores de uma 2ª linha mundial, demonstrando muito valor nos seus vários sectores. Valendo pelo seu todo, esta equipa tem o seu ponto forte no ataque, onde conta com jogadores capazes de resolver um jogo de um momento para o outro, apresentando mesmo várias soluções, seja em ataque organizado, onde poderá retirar dividendos do jogo aéreo, mas também em bola corrida pelo chão, uma vez que conta com jogadores velozes e tecnicamente evoluídos. Óscar Cardozo, Roque Santa Cruz, Nelson Haedo Valdez e Lucas Barrios, são nomes que podem fazer a diferença na frente, destaque ainda para Cristian Riveros, um médio que auxilia o ataque e dos seus pés podem sair maravilhas.

Quanto ao Japão, é outra das boas surpresas deste mundial. Só a Holanda foi melhor no grupo E, tendo esta selecção japonesa ficado à frente de Camarões e Dinamarca, coisa que à partida não se julgava ser possível, mas é por estas e por outras que este é um desporto tão apaixonante. No arranque do Mundial, o Japão venceu os Camarões por 1-0, seguindo-se uma derrota frente à Holanda (1-0), e no 3º jogo, frente à Dinamarca, veio talvez a melhor exibição, conseguindo um triunfo por 3-1. Cuidado com esta selecção japonesa, que é uma equipa que deixa jogar, mas que nas suas rápidas transições para o ataque podem surpreender. Embora o Japão não seja uma equipa de "grandes nomes", valem pela sua boa organização.

Resumindo, não sendo duas selecções da grande montra mundial, acredito que possa ser um bom jogo, e que o Paraguai seja favorito, no entanto o Japão já demonstrou que isso não os intimida e que podem surpreender, sobretudo nas bolas paradas. Qualquer que seja o resultado, irá permitir à equipa que vencer chegar aos quartos-de-final pela primeira vez no seu historial.

Mundial 2010 - Grupo E: Japão 3-1 Dinamarca

Publicada por Zé Pedro Duarte quinta-feira, 24 de junho de 2010 0 golos

Vitória indiscutível do Japão.

Com controlo do jogo desde o primeiro minuto, os jogadores nipónicos foram os mais fortes. A Dinamarca acabou por desiludir, não mostrando arte nem engenho para criar perigo junto da defensiva adversária.

A primeira parte ficou marcada pelos dois excelentes golos de livre directo dos japoneses. Foram os detalhes que fizeram a diferença nos primeiros 45 minutos, com o jogo disputado muito a meio-campo e sem grandes incursões ao ataque. Só mesmo o Japão criou perigo, num jogo que teve poucas oportunidades de golo até ao intervalo.

Na segunda parte, em desvantagem no marcador e a precisar de vencer o jogo, a Dinamarca atacou mais, mas nem por isso melhor. Os jogadores japoneses foram incansáveis e fartaram-se de correr, nunca esquecendo o contra-ataque. A Dinamarca acabaria por chegar ao golo num penalty inventado pelo árbitro, poucos minutos depois de um remate de Bendtner à barra. Tomasson esteve desinspirado, assim como o resto da equipa. Percebia-se que só num lance fortuito a bola entraria na baliza do guarda-redes japonês.

Do lado do Japão, destaque para Honda, que fez a cabeça em água aos dinamarqueses e ofereceu o terceiro golo numa bandeja a Okazaki. Foi o ponto final no jogo que carimbou a qualificação do Japão para os oitavos-de-final e que confirmou a equipa nipónica como uma força a temer neste campeonato do mundo.

A selecção holandesa de Futebol venceu esta tarde a sua congénere do Japão por 1-0, em jogo a contar para a 2ª Jornada do Campeonato do Mundo de 2010, disputado no Estádio Municipal de Durban.

Com este triunfo, a "laranja mecânica" está a um pequeno passo dos Oitavos-de-Final precisando apenas de 1 empate na última jornada, ou de uma derrota dos Camarões, que esta noite defrontam a Dinamarca, a partir das 19h30, no Estádio Loftus Versfeld, em Pretória.

Crónica do Jogo:

Depois das duas equipas terem ganho as suas partidas relativas à 1ª Jornada, Holanda e Japão entraram em campo muito cautelosas e mais interessadas em defender do que em atacar.

Os primeiros 45 minutos foram muito "mastigados", jogados a meio-campo e sem oportunidades flagrantes de golo.

No entanto, a segunda metade foi muito bem disputada e emocionante, pois ambas as equipas vieram dos balneários com outra atitude.

Aos 52 minutos, Sneidjer marca o único golo da partida, depois de um remate potente de fora da grande área, que o guardião Kawashima deixou passar de forma "infantil".

Pouco depois, Van Persie dispôs de duas boas oportunidades, mas os remates do jogador "laranja" saíram tortos e fora do "alvo".

Aos 60 minutos, o Japão consegue equilibrar os acontecimentos e começa a atacar ferozmente a baliza de Maarten Stekelenburg.

Vendo que a sua equipa estava a ser mais perigosa, o treinador Okada lança mais um avançado para tentar o "assalto final".

No entanto, de forma inexplicável, a equipa nipónica "baixou os braços" e foi a Holanda quem dispôs de duas boas oportunidades para dilatar a vantagem, por intermédio de Afellay e Huntelaar, que não tiveram resultados práticos.


Após 3 jogos, o Grupo E é liderado pela Holanda, com 6 pontos, mais 3 pontos que o vice-líder Japão. Nos dois últimos lugares estão Camarões e Dinamarca, equipas que se defrontam esta noite, em Pretória.


Ficha do Jogo:

Estádio: Municipal de Durban

Árbitro: Hector Baldassi (Argentina)


HOLANDA - Maarten Stekelenburg; Gregory van der Wiel, John Heitinga, Joris Mathijsen e Giovanni van Bronckhorst; Mark Van Bommel, Nigel De Jong, Wesley Sjneider e Robin van Persie; Rafael van der Vaart e Dirk Kuyt

Jogaram Ainda: Eljero Elia, Ibrahim Afellay e Klaas Jan Huntelaar

Suplentes não utilizados: Vorm, Boschker, Ooijer, Boulahrouz, Braafheid, De Zeeuw, Schaars, Babel e Robben


JAPÃO - Eiji Kawashima; Yuto Nagatomo, Yuji Nakazawa, Marcus Túlio e Yuichi Komano; Yuki Abe, Daisuke Matsui, Makoto Hasebe e Yasuhito Endo; Yoshito Okubo e Keisuke Honda

Jogaram ainda: Shunsuke Nakamura, Keiji Tamada e Shinji Okazaki

Suplentes não utilizados: Narazaki, Kawaguchi, Uchida, Konno, Iwamasa, Inamoto, Kengo Nakamura, Yano e Morimoto


Disciplina: Cartão Amarelo para Gregory van der Wiel (36')

Mundial 2010 - Grupo E: Japão 1-0 Camarões

Publicada por Zé Pedro Duarte segunda-feira, 14 de junho de 2010 0 golos



A história deste Japão x Camarões é a história dos golos e das oportunidades criadas. Não dava para usar os dedos de uma mão.

Num jogo renhido, ainda que pouco interessante, o Japão foi sempre mais equipa.

O primeiro remate com algum perigo surgiu aos 38 minutos, para os Camarões. Logo a seguir o Japão inaugurava o marcador. Num lance em que a defesa africana foi muito permissiva, um cruzamento da direita passou as "torres" camaronesas e foi morrer nos pés de Honda, que isolado ao segundo poste teve tempo para dominar e rematar.

No primeiro tempo nada mais: 45' enfadonhos, sem fio de jogo, sem emoção.

A segunda parte começou com um excelente lance individual de Eto'o, que ultrapassou três adversários e colocou a bola na área, mas o golo não surgiu. Era o prenúncio para o que havia de ser o segunda metade: em desvantagem na partida, os Camarões aumentaram a velocidade, jogaram mais pelas alas e pressionaram a equipa do Japão, mas sempre mais com iniciativas individuais do que em jogadas colectivas. Os nipónicos não se atemorizaram, mantiveram os blocos juntos, fecharam as linhas de passe e os caminhos para a baliza e seguraram a magra vantagem até final.

Aos 85', o camaronês Mbia ainda rematou forte de fora da área sem hipótese para o guarda-redes adversário. A bola bateu na barra.

Arbitragem à la Benquerença. O jogador cai, Olegário apita. Os 'bandeirinhas' portugueses estiveram muito bem.

J.League 2009 - a análise

Publicada por António Fonseca sábado, 5 de dezembro de 2009 0 golos

No Japão, terminou um campeonato, em tanta coisa igual ao do ano passado.

Venceu o Kashima Antlers, agora tricampeão, seguido do vice-campeão Kawasaki Frontale, "runner-up" pela terceira vez em quatro épocas e derrotado na final da Taça da Liga.
Em boa verdade, estas equipas estão mesmo de parabéns pois como candidatos tinham à sua frente o Gamba Osaka e os Urawa Red Diamonds. Este último, especialmente, o maior candidato que, novamente, falha redondamente a conquista do título apesar da maior estrutura para o conseguir, e assim se tornou a maior decepção do campeonato com o 6º lugar obtido.

Também o Nagoya Grampus (9º classificado), e Vissel Kobe (14º) tinham equipa para fazer bem melhor, pelo que fecham o "pódio" das decepções. Também o Oita Trinita teve um pobre desempenho (penúltimo), todavia marcando a história do título ao impor a única derrota aos vice-campeões nos últimos seus 6 jogos, fundamental pois os Antlers não perderam qualquer jogo, e assim tendo esses três pontos se revelado cruciais.
Do outro lado, a fechar o trio de maiores sensações, está o Sanfrecce Hiroshima, que apesar de equipa que se apresentava a lutar pela manutenção, passou o teste com extrema distinção e terminou em 4º lugar.

Ao longo das 34 jornadas, sobressaíram alguns jogadores.
Nos campeões Kashima Antlers, vingou a experiência assente numa espinha dorsal rotinada, com um guarda-redes Sogohata que fez a época completa, o defesa central de 27 anos Iwamasa, o médio fedensivo Aoki também de 27 anos, o médio direito Nozawa de 28 anos (7 golos), e os avançados Marquinhos de 33 anos (13 golos, jogou no Operário, tendo voltado para o Coritiba antes de rumar ao Japão) e Kohrogi, de 23 anos (12 golos, 10 vezes internacional pelo Japão)
Nos vice campeões Kawasaki Frontale, tiveram destaque o avançado de 32 anos Juninho (16 golos, veio em 2003 do Palmeiras), e os médios ofensivos norte coreano Tae-Se Jong de 25 anos (15 golos), que provavelmente Portugal vai defrontar no Mundial, e Renatinho (22 anos, 9 golos, e veio em Agosto de 2008 do Santos).

O 84 vezes internacional pelo Japão, Yasushito Endo, médio centro de 29 anos, continuou a carregar o Gamba Osaka às costas, desta feita com 1o golos. Juntamente com o 40 vezes internacional sul coreano J.J. Cho, ponta lança de 28 anos, também com 10 golos, foram insuficientes para colocar em campo a maior valia individual dos jogadores da equipa de Osaka.
Também o jovem jogador Pedro Júnior, de 22 anos, médio ofensivo contratado há um ano atrás ao Vila Nova deu nas vistas.

O Sanfrecce Hiroshima, equipa sensação, revelou os jovens Makino (central de 22 anos, 8 golos) e internacional Sub20, e Kashiwagi (médio de 21 anos, 8 golos, e já 4 vezes internacional pelo Japão).
Edmilson, de 27 anos, com os seus 19 golos, evitou um descalabro ainda maior para o Urawa Red Diamonds.

No Shimizu S-Pulse, destacaram-se dois jovens de 23 anos. Um deles, já é 19 vezes internacional (Okazaki, ponta de lança). O outro, Edamura, médio ofensivo, foi uma revelação.

Kitano, do Albirex Niigata, e Shimizu, do Montedio Yamagata, foram dois guarda-redes que fizeram a época de fio a pavio, e responsáveis por bons resultados ao nível dos golos sofridos.

Na luta pelos melhores avançados, destacaram-se Watanabe, a revelação do Yokohama F. Marinos (34 jogos, 13 golos); Maeda, avançado de 28 anos do Jubilo Iwata (20 golos, 5 vezes internacional pelo Japão
Na linha média, espaço ainda para Diego, médio ofensivo do Kyoto Sanga, que veio em Janeiro de 2008 do Palmeiras, e H. Mogi. 25 anos, médio ofensivo revelação do Vissel Kobe.


J.League - Kasihma Antlers campeão

Publicada por António Fonseca 0 golos

Jogou-se esta manhã (noite no Japão), a última jornada da J.League 2009, com o Kashima Antlers a renovar o título. Mais precisamente, a sagrar-se tricampeão, deixando o adversário das últimas épocas - Kawasaki Frontale - novamente em segundo lugar tal como no ano passado.

A coisa não foi fácil. Os campeões, pelo confronto directo, perderiam o título em caso de igualdade pontual pelo que, e face a um 0-3 que o Kawasaki Frontale já levava de avanço ao intervalo na sua deslocação ao terreno do antepenúltimo - Kashiwa Reysol -, teria mesmo que puxar dos galões para vencer no terreno do eternamente complicado Urawa Red Diamons.
Ao intervalo, o nulo dava o título à equipa que nas últimas quatro épocas (contando com esta) terminou no segundo lugar, e que há cerca de um mês havia perdido a Taça da Liga para o FC Tokyo. Mas, aos 68', Koroki colocou em vantagem os agora tricampeões, num jogo que foi dramático até ao fim, pois os da casa nunca se deram por vencidos e não quiseram que a festa do adversário de hoje fosse feita no seu próprio terreno. O jogo acabou por terminar, a festa forasteira realizou-se mesmo ali, com a atribuição do escudo da J.League a ser entregue na hora.
No outro jogo, a cabeça no jogo de Saitama fez com que nos minutos finais o Kawasaki Frontale cedesse 2 golos, mas ainda assim garantindo a vitória por 2-3.

Fica aqui o vídeo dos highlights do jogo, e algumas reflexões.
É um campenato onde a melhor equipa estará ao nível de um Nacional ou Marítimo, mas atente-se bem ao espectáculo que se cria.
Não estaremos, em Portugal, a pensar demais nos nomes e valores dos passes dos jogadores, e a esquecer os elementos essenciais para o espectáculo?
É que, sinceramente, olhando para este vídeo, não parece nada que poderíamos estar perante um Nacional x Marítimo....

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