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A actualidade do Futebol e seus Dinheiros

Publicada por António Fonseca quinta-feira, 1 de abril de 2010

Gostaria de continuar a partilhar convosco a actualidade sobre grandes questões que envolvem o negócio de futebol. Por isso, aqui vai uma pequena revista da actualidade:


Liga Espanhola pondera limite de despesas
O Presidente da Liga Espanhola de Futebol - Jose Luis Astiazaran - afirmou que o escalão máximo do futebol espanhol pode vir a impôr um limite às despesas com salários e transferências pagas pelos clubes. Aliás, em conformidade com o que aqui já fui avançando com as manifestações reveladas pelos clubes na última Soccerex em Manchester.
De acordo com o novos regulamentos propostos, os gastos com salários, transferências e comissões de agentes terão um tecto de 70% das receitas de cada clube (o que deixa 30% no máximo para a estrutura).
Segundo as suas declarações ao Financial Times, para Astiazaran, no longo prazo esta é a única forma dos clubes espanhóis equilibrarem as suas delicadas situações, o que já de si não é fácil. Por isso mesmo, estas regras serão implementadas daqui a 3 anos, dando tempo aos clubes para se prepararem. E, se olharmos bem, é precisamente o "deadline" que a UEFA impôs para o licenciamento dos clubes pelo "financial fair play". Aliás, segundo a mesma UEFA, a média de receitas dos clubes espanhóis é de 72 milhões de euros, mas a dívida líquida é de 860 milhões, a maior parte dela colocada na banca.

Outros dados, revelados por Jose Maria Gay, professor de Economia da Universidade de Barcelona, dizem que a Liga Espanhola tem dívidas de cerca de 4 mil milhões de euros, e na época passada os gastos em 1.7 mil milhões ultrapassaram as receitas de 1.55 mil milhões e, para este catedrático, esta nova regulamentação deve pensar bem em como classificar receitas. É que, na verdade, as vendas de jogadores e património são receitas extraordinárias, que não acontecem sempre, pelo que as receitas para o cálculo dos 70% devem ser baseadas nas receitas correntes e não nas extraordinárias, sob pena de se estar a cometer um erro fatal.

Ora aqui está um modelo que, ou muito me engano, ou deverá servir de base de inspiração à nova Liga a liderar por Fernando Gomes. Com o devido risco que assumo de poder falhar esta previsão (tanto a da eleição, como a do modelo) mas esperemos para ver se o tempo me dará razão ou não......

Clubes da Premier League na lista negra do crédito

Entretanto, a agência de "Credit Checking" Riskdisk, suspendeu os ratings de cerca de 70% dos clubes da Premier League.
De acordo com o The Times, esta agência está a aconselhar as empresas a retirar os créditos que tem sobre os seguintes clubes: Aston Villa, Birmingham City, Bolton Wanderers, Burnley, Chelsea, Everton, Fulham, Hull City, Liverpool, Manchester City, Portsmouth, Stoke City, Wigan Athletic e Wolverhampton Wanderers. Isto é sintomático do que está para vir.
Apesar dos ratings não serem uma previsão do que um investidor abastado possa fazer, eles são baseados na informação disponível de várias fontes de informação, inclusivamente dos tribunais, pelo que não se pode actualmente assumir que vão haver mais investidores a colocarem dinheiro nestes clubes, pelo que o risco de crédito é demasiado elevado para qualquer agência de credit checking se "atravessar" com uma opinião favorável.
Apesar dos ratings também poderem variar de agência para agência, também a similar agência "Experian" tem cinco clubes da Premier League na sua lista "crítica" que, por enquanto, não revela.

Governo grego corta apoios ao futebol
Na Grécia, com o oportunismo que uma crise sem precedentes provoca, ou não, o secretário de Estado do Desporto anunciou, após os confrontos entre o Kavala e o Aris Salonica para a Taça da Grécia onde os adeptos do Aris ignoraram uma sanção de proibição de assistência a jogos como visitantes, que "a violência não pode ser financiada pelos contribuintes gregos".
E assim se conseguirá, pelo menos por agora, reduzir mais um bocadinho da despesa pública grega.
Para termos uma melhor noção, o corte das receitas que provém das lotarias ascenderá a 40 milhões de euros, a não ser que os clubes terminem em definitivo com a violência no futebol.
Porém, e agora digo eu, servindo o futebol de mecanismo de evasão de uma sociedade, quando esta está deprimida como a grega, eu não vejo que estes cenários de violência deixem de existir como forma (inaceitável, mas sociologiamente explicável) de expressão dos sentimentos.

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