Lito Vidigal está de saída da U. Leiria. Ao que tudo indica, na base do divórcio estarão desentendimentos entre a SAD leiriense e o técnico, tal terá acontecido devido a desacordo no que à composição do plantel diz respeito.
Carlos Carvalhal, ex-técnico do Sporting e actualmente sem clube, poderá ser o sucessor de Lito Vidigal.
Carlos Carvalhal revelou que recebeu um convite do presidente sportinguista, José Eduardo Bettencourt, para renovar contrato, mas rejeitou por sentir que era "prematuro" e por lhe faltar apoio da estrutura do futebol leonino.
Na conferência de imprensa de antevisão do encontro com a Naval 1º de Maio, o último da equipa em Alvalade, o (ainda) treinador do Sporting afirmou que foi formalmente convidado "em vésperas do jogo com o Braga" (17.ª jornada da Liga).
"Foi-me feito um convite formal. Transmiti ao presidente que era prematuro e também, no meu íntimo, não queria ficar no Sporting a qualquer custo. Naquela altura sentia-me demasiado sozinho no Sporting", disse Carlos Carvalhal, que referiu também que se sentiu "muito sozinho ao longo de toda a época" e apontou a falta de "solidariedade e apoio constante, de defesa do treinador" como factor de "divergência total".
O convite surgiu, segundo o treinador, pouco tempo antes de André Villas Boas ser apontado como futuro técnico, uma situação normal, tendo em conta "a imagem do futebol português".
"É uma situação que poderá ter existido. O presidente assumiu que tinha um plano de contingência. O espaço que medeia o meu convite e o plano de contingência é curto, mas isso é a imagem do futebol português. Em três semanas mudam muitas coisas", adiantou.
"Não entrei pela porta principal, mas tenho a certeza que vou sair pela porta principal."Texto: RR/Bola Branca
Carlos Carvalhal não será treinador do Sporting na próxima época, nada que já não se esperasse, mas agora já é oficial. Em comunicado à CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários), os "leões" confirmam que não vão renovar contrato com Carlos Carvalhal, que expira a 30 de Junho próximo.
Se esta notícia já não apanhou ninguém desprevenido, o nome mais provável para suceder a Carlos Carvalhal também dificilmente o fará. André Villas Boas deverá ser o treinador do Sporting na próxima época, com os "leões" a terem que desembolsar cerca de 500 mil euros da cláusula de rescisão.
Depois de gorada a hipótese Villas Boas, Carlos Carvalhal é o eleito de José Eduardo Bettencourt, para suceder a Paulo Bento no comando técnico do Sporting. Carvalhal assinou contrato até ao final da época, com opção por mais uma temporada.
O ex-treinador do Marítimo iniciou carreira em 1998/99, no Sp. Espinho e conta no seu historial com passagens pelo Freamunde, Desp. Aves, Leixões, V. Setúbal, Belenenses, Sp. Braga, Beira Mar, Asteras Tripolis, além dos clubes já referidos já referidos acima. Agora aos 43 anos, tem pela frente aquele que será por ventura, o desafio mais aliciante da sua carreira, pegar neste Sporting (8º classificado) e trazer de volta os bons resultados, assim como o bom futebol, para posteriormente conquistar a confiança dos adeptos leoninos. Tem até final da actual temporada para o conseguir, isto claro, se quiser ver ser accionada a opção de mais uma época...
Imagem: www.tvi24.iol.pt
Poderá Carlos Carvalhal suceder a Nelo Vingada, no comando técnico do Vit. Guimarães? Eu acho que é uma hipótese bastante válida...
Carvalhal é um treinador competente e neste momento livre, depois de ontem ter rescindido com o Marítimo. Já Nelo Vingada (ainda) é treinador Vit. Guimarães, embora as coisas não lhe estejam a correr de feição, de qualquer forma Emílio Macedo, presidente dos vimaranenses, reiterou total confiança no seu treinador, embora admitindo que o ambiente no clube não é o melhor depois do empate com a União de Leiria.
O Vit. Guimarães desloca-se ao campo do Nacional na próxima jornada e caso some novo desaire, Nelo Vingada poderá deixar caminho aberto para Carvalhal, digo eu...
Na sequência dos maus resultados do Marítimo, no arranque da edição 2009/10 da Liga Sagres, a direcção do clube madeirense reuniu-se com Carlos Carvalhal e chegaram a acordo, para a rescisão do contrato que ligava as duas partes, com Carvalhal saiu também o adjunto Rifa.
