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Perturba-me

Publicada por Armando Vieira quarta-feira, 30 de junho de 2010 0 golos

Nos dias que correm com a crise financeira que atravessamos fruto do endividamento excessivo e falta de controlo do mundo em geral e do futebol em particular (já que é pelo futebol que estamos aqui), perturba-me ouvir o presidente do Benfica dizer que se for preciso se vai endividar ainda mais.

Eu não sou economista mas a longo prazo não será esta aposta um pouco arriscada? Mesmo que os resultados apareçam, que o sucesso desportivo seja alcançado será suficiente para contra-balançar o endividamento?

Curiosamente não há muito tempo, a UEFA aprovou uma série de medidas a que chamou de “Financial Fair Play“ ou para nós “Fair Play“ Financeiro. O objectivo destas medidas é no espaço de dois anos permitir que nas competições europeias entrem apenas clubes que não apresentem prejuízo, ou seja, que não gastem mais doque ganham.

Para termos uma ideia do panorama futebolistico europeu, no país onde se faz mais dinheiro com o futebol, Inglaterra, se estas medidas entrassem em vigor neste momento das 20 equipas da Liga Inglesa apenas 6 poderiam inscrever-se. Entre as que ficariam de fora estariam o Chelsea, Liverpool e Manchester City, o Manchester United apenas se poderia inscrever porque a transferência milionária de Ronaldo os levou ao lucro.

Ora a realidade em Portugal é muito diferente em termos de “fazer“ dinheiro. Dos 3 grandes apenas o Porto apresentou lucro e parece ser neste momento o mais tímido em contratações. Quem estará certo? O Benfica é um clube muito grande e uma marca muito importante, mas será isso suficiente?

A ver vamos.

As contas dos Grandes

Publicada por António Fonseca quarta-feira, 2 de junho de 2010 3 golos

Saíram os resultados do 3º trimestre, que já todos conhecem, e apesar da curiosidade de muitos, acaba por ser ainda um pouco cedo para falar da real situação financeira dos três grandes, pois os exercícios anuais ainda não estão fechados, o que é como quem diz, ainda falta um trimestre para contabilizar mais lucros e mais prejuízos.
Contudo, a tentação é grande e nunca me pareceu tão fácil projectar o futuro destes emblemas pois, para além de ser claro e cristalino o ponto de situação, também já percebemos as estratégias dos gestores.

Vamos, então, por partes.

Se existe alguma SAD de clube em Portugal inequivocamente gerida como uma empresa, isto é, com o intuito de retribuir o investimento dos accionistas sem, no mínimo, lhes trazer prejuízos, é o FC Porto.
O balanço do clube é claramente revelador de boa saúde. O FC Porto viu de 2007/2008 para 2008/2009 os seus capitais próprios crescerem por incorporação de resultados líquidos positivos e, por este andar, em 2009/2010 vai suceder-se o mesmo, com a boa notícia para os gestores, sócios e accionistas de que verão o clube tornar-se ainda mais auto suficiente. Relembre-se que, no mesmo período da época passada (ao 3' trimestre), os lucros não eram tão elevados como neste momento, que ascendem a quase 11 milhões de euros, o que catapulta os capitais próprios para 33 milhões de euros.
Ainda que o FC Porto, como se sabe, tenha uma estrutura bastante pesada, os 18 milhões que vai deixar de encaixar na Champions não farão tremer a gestão dos dragões.
Pelo que nos habituamos a ver, o FC Porto não deverá desperdiçar os bons negócios de vendas de passes que surgirem, e não entrará em loucuras nas aquisições. Ainda mais porque, e segundo muitos avaliadores, tem um plantel suficientemente apetrechado para atacar o título, podendo ser a alteração ao modelo de jogo a impor pelo novo treinador uma condição suficiente para recandidatar o clube ao título.

Já no Sporting, temos o caso oposto.
Já era um clube tecnicamente falido no final da época passada e, como se esperava após constatarmos uma política de contratações sem contrapartidas de vendas, é agora um clube numa situação ainda pior.
Eu não tenho problemas em afirmar que o Sporting é um clube que atingiu o alerta vermelho. Para mim, o caso é de tal forma grave que o Sporting arrisca-se a tornar-se um clube moribundo.
Que se apresente a primeira pessoa que me diga onde vai o Sporting encaixar os 30 milhões de euros necessários apenas para repor a zeros os capitais próprios, o que por si não é suficiente para garantir saúde financeira.
Pior do que isso, basta estar atento a este fim/início de época para perceber que JEB vai continuar a escavar o buraco, provavelmente até ao momento em que já será impossível sair dele. Ouvimos falar de Maniche, Petrovic, Evaldo, Boghossian,..... mas vendas, nada.
E ainda falta o plano desportivo. A equipa não é competitiva, não vai à Champions, e as vendas de jogadores necessárias para equilibrar as finanças são tão grandes que isso provavelmente faria a equipa desnivelar-se ao ponto de jogar para terminar a meio da tabela. A SAD nem sequer está numa encruzilhada. Já a passou, e escolheu o caminho mais complicado e tenebroso.
Há uma solução para o futuro: uma equipa de jovens ou experientes, mas baratos e de muito talento, orientados por um treinador de grande competência. Já foi assim, em tempos até não muito longínquos..... mas os adeptos gostam de nomes sonantes.

Benfica.
LFV enveredou por uma estratégia simples e publicamente assumida: não olhar para a deterioração das finanças do clube, em nome de um reforço capaz de reprojectar o clube ao nível europeu. A força mobilizadora do emblema seria suficiente para valorizar os jogadores, ainda que caros na aquisição, para recuperar o investimento.
O tempo dirá se a estratégia tem fundamentos sólidos ou não. Mas eu, pessoalmente, não tenho dúvidas que o mercado português é demasiado exíguo, desprovido do poder de compra necessário, e por isso incapaz de suportar uma lógica destas, mesmo que levada a cabo pelo clube com mais sócios e simpatizantes internamente. Mas, se isso não for um argumento convincente, eu aponto então para a inevitabilidade da estratégia estar condenada a passar de "questionável" a "decididamente perigosa" quando tomada numa época de crise profunda a nível mundial.
Volto a referir que os alertas foram mais do que muitos, nomeadamente de que a maior parte dos clubes europeus está, igualmente, sem dinheiro. E precisam igualmente de vender para sobreviver. Já os clubes que endinheirados, naturalmente vêm disponíveis uma série de excelentes jogadores a bons preços. Não é à toa que Mourinho diz "Di Maria sim, mas se for a um preço acessível".
Bom, mas com isto a questão do Benfica ainda vai a meio. Tenho imensas dúvidas que as contas ainda sejam adequadamente reparáveis, mesmo com a materialização das propostas que sistematicamente a imprensa desportiva nacional atira para a mesa, e que depois LFV vem desdenhar. Isto, porque, os jogadores com que o Benfica aparenta poder encaixar verbas significativas são precisamente aqueles que depois não corresponderão a um encaixe de idêntico valor para os cofres do clube. É que, ao contrário do que muitos ainda acreditam, não há poços de petróleo na Luz, nem o governo angolano é avalista do clube. E, para certificar isso, basta recordar medidas como a venda de parte dos passes destes jogadores aliciantes ao Benfica Stars Fund, assim como a reestruturação financeira de Dezembro último que envolveu o estádio. Tudo, para chegarmos à data de hoje com meros 5 milhões de CP positivos, quando a reestruturação financeira havia dado um balão de oxigénio equivalente a 28 milhões de CP positivos no final do 2º trimestre. Para quem não se lembra, o motivo foram as compras de Inverno.
Para rematar, eu também não me acredito que LFV venda sem comprar. Os adeptos do SLB não convivem bem com "downgrades" dos plantéis. Assim como os do FCP, ou os do SCP. Aliás, esse é precisamente o código genético deste problema. Ninguém tem coragem de fazer "downgrades".


Resumindo, o Benfica está numa encruzilhada. A mesma que o Sporting já passou. Só que ainda não se definiu para que lado vai à conta de um momento de respiração dado pela conquista do título e das inúmeras "notícias" da centena de milhões de euros de vendas que daí brotaram.
Só o Porto se parece ir safando. Mas também não sorriam ainda os seus adeptos, pois será positivo se daqui a 2 anos este clube for o único capaz de ter um plantel a competir na Europa, por força dos grandes de Lisboa terem que se reequilibrar para, lá está, poderem inscrever-se na UEFA. Isso significaria seguramente uma desvalorização da competição e, naturalmente. do próprio FCP.

Tantas vezes tenho vindo a alertar para este verdadeiro pesadelo no qual estamos a entrar, agravado pela factual crise económica e financeira em que o país já mergulhou. Os programas noticiosos só falam de crise, mas os programas desportivos só falam de arbitragens e dinâmicas de treinadores. Até parece que dinheiro não é problema e o futebol está imunizado com uma receita secreta da multiplicação monetária.
E ninguém conta, nem conte, com o Estado para salvar SAD's pois, para além de imoral e ilegal, é impossível.

Como li há dias num jornal diário, o futebol português parece o Titanic: está a afundar-se, mas a banda continua a tocar.

Os 4 pilares da economia Portuguesa do futebol

Publicada por Futebol quarta-feira, 21 de abril de 2010 0 golos

Embora com problemas estruturais evidentes e referenciados, muitos deles partilhados por algumas das maiores ligas europeias de futebol, os clubes portugueses conseguem ainda assim apresentar algumas soluções de destaque, no que diz respeito à capacidade em gerar receitas. Como em muitas ligas, a transferência de jogadores é a maior fonte de receitas dos clubes, estando directamente relacionada e dependente de 3 factores; formação, prospecção e capacidade de negociação. Por outro lado os adeptos são o alimento base de todos dos clubes, o associativismo juntamente com venda de bilhetes e de lugares anuais é decisivo o equilíbrio financeiro dos clubes.

Deixamos aqui exemplos de sucesso em termos de angariação de receitas praticados por clubes portugueses. Enquanto alguns destes exemplos são referências e modelos as seguir a nível nacional, outros são modelos de destaque internacionalmente, servindo mesmo de case study a muitos dos grandes clubes europeus.

1. Formação e Prospecção

A Academia do Sporting é hoje uma das mais conceituadas academias mundiais no que diz respeito à formação de jovens jogadores. Há já algumas décadas que a formação do Sporting produz alguns dos melhores futebolistas do mundo; Futre, Figo, Simão, Quaresma, Cristiano Ronaldo, Nani, etc… Nas últimas décadas o clube tem beneficiado financeiramente da venda dos seus melhores jogadores e com a implementação pela FIFA do sistema de compensação a clubes formadores, o clube tem continuado a gerar receitas nas transferências entre outros clubes de jogadores formados em Alvalade.

2. Negociação e Transferência

A capacidade de negociação dos clubes é determinante após estarem garantidos os dois pontos anteriores (formação e prospecção). Hoje qualquer grande clube europeu que deseja reforçar o seu plantel, tem a Liga Portuguesa como uma das melhores montras mundiais de jogadores. No aspecto da negociação e venda de jogadores o FC Porto destaca-se consideravelmente, tendo gerado através deste meio mais de 380 milhões de Euros nos últimos 10 anos, constituindo desta forma um recorde a nível mundial. No patamar dos clubes com menos recursos, mas também digno de referência está o excelente trabalho dos dirigentes do SC Braga, que nos últimos 5 anos geraram cerca de 25 milhões de Euros na venda de jogadores.

3. Sócios e Adeptos

Portugal é o país da Europa com maiores tradições no que diz respeito ao associativismo, conseguindo colocar os seus 3 maiores clubes entre os 10 clubes do mundo com maior número de associados. A campanha “Kit Novo Sócio” realizada pelo Benfica, para além de levar o clube ao topo da lista mundial de clubes com mais associados ultrapassando o colosso FC Barcelona, foi um exemplo do modelo a adoptar no que diz respeito a cativar simpatizantes do clube para o associativismo. Actualmente com cerca de 190.000 sócios pagantes, o Benfica consegue gerar cerca de 10 milhões de Euros neste tipo de receita. Quanto aos clubes com menos massa adepta, o destaque vai para o Vitória de Guimarães, que através de diversas acções junto dos seus simpatizantes, ultrapassa hoje os 35.000 associados.

4. Bilheteira e Lugares Anuais

Para além de estar relacionada com os resultados desportivos a venda de bilhetes está relacionada com o número de adeptos do clube e com as formas de marketing utilizadas para angariar mais adeptos. Numa liga onde a capacidade dos estádios não está em questão, pois as percentagens de ocupação dos estádios são muito baixas, o Benfica destaca-se com médias de assistência entre os 45.000 e os 50.000 espectadores. Fora da esfera dos 3 grandes nacionais, o V. Guimarães é referência como o 4º clube português em termos de assistências nos estádios, com uma média de cerca de 15.000 espectadores.

Por outro lado a venda de lugares anuais está dependente dos resultados desportivos do ano anterior. O recorde de venda de lugares anuais teve como origem no Sporting, que em anos anteriores conseguiu vender cerca de 35.000 lugares anuais, gerando mais de 7,5 milhões de Euros neste tipo de receita. De salientar também os mais de 20.000 lugares anuais vendidos pelo V.Guimarães, que embora com números inferiores aos lugares anuais regularmente vendidos por Benfica e Porto, destaca-se devido à reduzida quantidade de adeptos e associados em relação aos clubes anteriores.

Texto: www.futebolfinance.com

O financiamento da Football League Inglesa

Publicada por Futebol terça-feira, 23 de março de 2010 0 golos

Os clubes e dirigentes da Premier League preparam-se para injectar mais de £100 milhões (110 milhões de Euros) na Football League, organismo responsável pela organização e gestão das ligas secundárias profissionais em Inglaterra (Championship, League 1, League 2 e Carling Cup). Esta medida visa encurtar as diferenças financeiras entre as diversas ligas de futebol Inglesas.

Uma vez implementada a medida, os clubes despromovidos da Premier League ao Championship terão direito a 4 épocas de compensações financeiras, os chamados “parachute payments” que actualmente são pagos durante 2 anos. Esta compensação visa colmatar as diferenças de receitas a que estão sujeitos os clubes relegados, que uma vez na divisão inferior têm dificuldade em fazer face aos compromissos financeiros adoptados na realidade da Premier League.

Pagamentos de Solidariedade
Com esta acção a Premier League irá aumentar também os pagamentos de solidariedade à Football League e aos seus 72 clubes membros. No último acordo assinado entre os dois organismos assinado em 2007, a Premier League comprometeu-se a pagar £20,6 milhões (22,8 milhões de Euros) anuais à Football League em pagamentos de solidariedade.

Deste montante £5,4 milhões (5,9 milhões de Euros) foram destinados ao desenvolvimento da formação de jogadores, £4 milhões (4,4 milhões de Euros) em programas comunitários e os restantes £11,2 milhões (12,4 milhões de Euros) foram distribuídos pelos 72 clubes, aos quais foram adicionados os respectivas compensações financeiras, (parachute payments) aos clubes relegados das diversas divisões.

Football League e Npower
Estas são mais boas notícias para os dirigentes da Football League que recentemente assinaram um novo contrato de patrocínio com a empresa fornecedora de energia Npower. Este novo contrato com a duração de 3 temporadas tem um valor total de £21 milhões (23,2 milhões de Euros), os quais farão parte dos prize money pagos aos clubes por classificação.

Texto: www.futebolfinance.com

Quanto custa um mundial de futebol da FIFA?

Publicada por Futebol segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 0 golos

Não existe forma de contabilizar o prestígio que um país obtém ao organizar um torneio com a dimensão de um Mundial da FIFA. Se a isso juntar-mos as contrapartidas financeiras que uma nação pode obter com um evento desta grandiosidade, torna-se natural que todos os países anseiem ser anfitriões de um dos maiores eventos desportivos do planeta.


Existem grandes dificuldades em avaliar os benefícios financeiros indirectos que um mundial da FIFA pode trazer a um pais e ao mesmo tempo compara-los com os elevados custos associados à sua organização (construção de estádios, acessos, infra-estruturas, etc…). Segundo o governo Sul-Africano, a economia do país irá beneficiar em 0,5% com a realização do torneio.


Ao analisar-mos os custos estimados para a organização dos próximos mundiais de futebol, salta a vista a diferença em mais de 120% entre o custo previsto para o Mundial do Brasil em 2014 e do próximo Mundial na África do Sul. Uma das razões prende-se certamente com o maior números de estádios que terá o torneio Sul-Americano, mas tendo em conta que todos os orçamentos para eventos desta dimensão têm sido sempre largamente ultrapassados, é de prever que esta diferença aumente consideravelmente.


Custo estimado dos próximos mundiais:

  • África do Sul 2010 – 3.225 milhões de Euros
  • Brasil 2014 – 7.090 milhões de Euros

Ao avaliar a realidade destes números as questões que se colocam são as seguintes: Conseguirá o país organizador obter receitas superiores ao investimento efectuado? Quem serão os mais beneficiados com a organização de um evento desta dimensão? Deixa-mos estas perguntas à consideração dos nossos leitores, deixe-nos o seu comentário e participe no debate.


In: www.futebolfinance.com

Barcelona e Real Madrid movimentam 791,8 M€ em 08/09

Publicada por Futebol quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 0 golos

O recente confronto entre o Barcelona e o Real Madrid, teve uma importância crucial em termos financeiros, não só pela importância dos clubes, como também por ser considerado o confronto entre os dois maiores clubes do mundo. Segundo uma análise da Crowe Horwath RCS, na última temporada as receitas conjuntas dos dois clubes atingiram os 791,8 milhões de Euros, uma evolução de 209% nos últimos 9 anos. O ritmo de crescimento das receitas do Barcelona no mesmo período foi de 15% e do Real Madrid de 11,8%, sendo que os orçamentos dos dois clubes para 2009/10 prevê uma receita consolidada de 827 milhões de Euros, um aumento de 4%.

Apesar da conjuntura de recessão da economia espanhola, os dois gigantes do futebol mundial continuam a aumentar as suas receitas, quer através de novos projectos de marketing, quer através de novos contratos de publicidade, ou receitas provenientes dos seus estádios. Este facto significa que as receitas geradas pelos dos dois clubes, corresponde a mais de metade das receitas totais produzidas na Liga BBVA (Liga Espanhola).

A força económica dos dois clubes é verificada também no aumento da representatividade dos recursos gerados pelos emblemas em relação ao PIB da Espanha. Assim as receitas consolidadas de Real Madrid e Barcelona aumentou nos últimos 9 anos cerca de 98%, sendo que em 200/01 representavam 0,038% da riqueza do país e em 2008/09 representou 0,075% do PIB Espanhol.

Com a retracção da economia espanhola e o provável aumento das receitas dos dois clubes na próxima temporada, a Crowe Horwath RCS prevê que a facturação dos clubes atinja os 0.079% da riqueza espanhola e ultrapasse os 0,10% em 2012/13, o que representará que por cada 1.000€ produzidos pelos espanhóis, 1€ será proveniente da dupla Barcelona-Real Madrid.

Colaboração:
Amir Somoggi – Prof. de Marketing Desportivo e Planeamento Estratégico de Clubes de Futebol e Especialista em gestão e marketing de clubes de futebol na Crowe Horwath RCS, Auditoria e Consultoria.

Texto: www.futebolfinance.com

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